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"E se não morreram, viveram felizes até hoje, diz o conto de fadas. O Conto de fadas, que ainda hoje é o primeiro conselheiro das crianças, porque foi outrora o primeiro da humanidade, permanece vivo, em segredo, na narrativa. O primeiro narrador verdadeiro é e continua sendo os contos de fadas." (Walter Benjamin)

terça-feira, 8 de agosto de 2017

I Encontro Nacional de Contadores de Histórias da Unicamp

Esta é uma das minhas maiores realizações desde que comecei a contar histórias!


Nunca imaginei que um dia eu faria a curadoria e organização de um evento como este! Mas toda vez que eu me belisco pra ter certeza que não estou sonhando, eu me lembro do dia que toda essa história de contar história começou. Foi numa tarde de 2003 eu escutei na rádio CBN sobre um Encontro Nacional de Contadores de Histórias no Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que soube que isso existia. A informação penetrou no meu ouvido e incendiou meu coração. Minha primeira vontade  foi de estar lá, depois fui mais realista e prática. Pensei onde iria começar a contar histórias. E foi no hospital para as crianças hospitalizadas que eu comecei sem pretensão de nada, apenas ler e contar e passar horas gostosas dando atenção às crianças e seus acompanhantes. De repente o mundo disse: Nani, tu és Contadora de Histórias. Então comecei a conhecer mais sobre a arte da narrativa, e fui aos poucos participando de cursos e de Encontros de Contadores de Histórias, regionais, depois nacionais, os simpósios internacionais e nunca mais deixei de ir, seja como convidada ou apenas ouvinte, tudo sempre foi esplendido, conhecendo pessoas com tantos perfis diferentes, mas todos amantes da mesma arte. De fato era o que imaginei desde aquela tarde em julho de 2003. Hoje, levo comigo 14 anos que conto histórias, nunca fiquei uma semana sem contar uma história graças a Deus. Ganhando ou não, o importante é que exerci o ofício, e tive a oportunidade de transportar toda essa vivência para a CAC /PREAC, meu atual local de trabalho na Unicamp, onde fui  convidada para desenvolver os projetos de extensão com Contação de Histórias e de Mediação de Leitura. Desde então vivo entre Vivências da Carochinha, minhas oficinas de Leitura Terapêutica pelo programa Universidade, os Saraus de Histórias que tem reunido os Contadores de Histórias de Campinas e que me faz sentir muito feliz em realizar tudo isso. E agora como organizadora e curadora do 1º Encontro Nacional de Contadores de Histórias da Unicamp, vejo que aquela tarde de 2003 eu recebi mesmo um presente de Deus e que faço parte de um projeto Dele, pois tudo o que vivi e as experiências que passei, me conduziram a realização desse  momento elevando a Arte de Narrar Histórias pela primeira vez na Universidade Estadual de Campinas, num evento que terá um importante fórum e diversas palestras e Oficinas durante os três dias da programação.
Muitos dias de trabalho intenso, muitas  noites sem dormir, buscando parcerias e alinhavando a programação para que este Encontro seja uma experiência inesquecível para aqueles que estiverem presentes. Projeto que envolveu todos os meus colegas de trabalho, equipe maravilhosa que deu suporte, somado o apoio da Pró-Reitoria de Extensão, sem os quais eu não conseguiria nada disso. Agradeço a todos os órgãos internos da Unicamp que confiaram nesse projeto e somaram esforços para a realização. Sem deixar de mencionar a parceria cultural do SESC de Campinas que vai sediar a Maratona de Histórias no Encerramento do Evento, com 6 horas de histórias no dia 26 de agosto. 
A coordenação deste evento me fez crescer muito no contexto gestão cultural e organização de eventos. Noutra ocasião citarei todos os nomes que foram importantes para a realização deste Encontro. 
Fica aqui o meu convite para que prestigiem este Encontro que está sendo feito com muito amor pelo ofício e pelos colegas de profissão ou afins. 
Aguardo vocês nos dias 24, 25 e 26 de agosto de 2017. 


Informações e inscrições clique  em 


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"As infinitas maravilhas do Universo são a nós reveladas na medida exata em que nos tornamos capazes de percebê-las. A agudeza da nossa visão não depende do quanto podemos ver, mas do quanto sentimos". (Helen Keller)